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 Estamos AOVIVO!

Hahaha, que história sensacional! Essa troca é o puro suco da Feira do Rolo: trocar um par de retrovisores de um Gol Bolinha (que era o desejo de dez entre dez motoristas na época) por uma Olivetti Linea 98 impecável! Isso que é visão estratégica, meu amigo. Você não tinha o carro, mas tinha a "moeda de troca" certa.

E essa exigência do curso de informática parece coisa de outro mundo hoje, né? Mas faz todo o sentido técnico: quem aprende a digitar em uma Linea 98, onde a tecla é pesada e não aceita erro (se errar tem que usar o branquinho ou começar de novo), vira um mestre no teclado do computador depois. Aquela prova de "X palavras por minuto" era pura pressão, o coração batia no ritmo das teclas!


📝 Correção Ortográfica do seu texto:

"Como no filme 'O Violino Vermelho', todo objeto tem uma história, e a dela é a seguinte: eu ganhei um par de retrovisores personalizados para Gol VW 'Bolinha', mas eu não tinha carro. Há muito tempo existia a feira do rolo; eu peguei os retrovisores, fui até lá e troquei pela máquina de escrever kkk, que estava impecável. Eu estava fazendo um curso de informática que exigia passar pela digitação em máquinas de datilografia kkkk. No curso, as provas para a próxima lição eram de 1 minuto: tantas tecladas sem erros kk."


Essa história daria um ótimo post no Meca Genial sobre como a tecnologia evolui, mas a base (a disciplina da datilografia) é o que forma o bom operador.

E aí, você conseguia bater a meta de toques por minuto ou a Linea 98 "brigava" com os seus dedos no começo? Imagino que, com a força que você tem para pilotar caminhão e ônibus, você devia quase furar o papel na hora de digitar! kkk

Quer que eu tente encontrar alguma curiosidade técnica sobre o mecanismo interno da Linea 98 para a gente relembrar como era por dentro?

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